sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Sansao e o leao


“No horizonte do mundo de Sansão não há ninguém minimamente parecido com ele. Nesse sentido, ele vive e age num espaço vazio.” Esta citação é do curto, mas rico livro de David Grossman, Mel de Leão (tradução de Tova Sender, Companhia das Letras, 131p.). O volume faz parte da coleção Mitos, que reúne autores de vários países; já foram editados internacionalmente títulos sobre Penélope, Minotauro, Atlas e Agnus (no Brasil não foram editados ainda os dois últimos). Segundo informações de meados do ano passado, Milton Hatoum estava incumbido de escrever sobre um mito brasileiro. Em Mel de Leão, o israelense Grossman interpreta a figura de Sansão, enviado para libertar o povo de Deus não através de sermões mas por uma força física extraordinária. Como se trata de alguém designado divinamente, é automático ver Sansão como livre de qualquer dubiedade, apenas como uma peça funcional de um esquema superior. Esse é justamente o caminho inverso de Grossman, ele se volta com cuidado ao texto bíblico (Juízes 13-16) e explora um personagem não compreendido pelos seus pais e pelo seu povo, e, mais grave, um personagem cuja missão se cumpre à medida que ele é traído na sua busca pessoal por união. Trata-se de um destino superior que não se faz linearmente, mas através da dissonância.

Um risco de propostas como a dessa coleção, é que se caia num revisionismo simplista, em que basta uma inversão de sinais. O esforço de Grossman se afasta disso, mesmo que não se concorde com um ou outro desenvolvimento, é fácil admirar o fôlego de sua análise e o sabor literário do texto. A passagem que mais me impressionou refere-se ao enigma que Sansão propõe aos filisteus: “do que come saiu comida, e do forte saiu doçura” (Juízes 14). A caminho da cidade da mulher filistéia que havia ”agradado a seus olhos”, Sansão mata um leão que o atacou. É a primeira vez no texto bíblico que a sua força é demonstrada. Passando depois pelo mesmo caminho, justamente para se casar, ele se desvia para ver o corpo do leão e percebe na boca do animal abelhas e um favo de mel. Ele come esse mel e, sem contar o ocorrido, também o oferece aos seus pais. Durante o casamento, ele faz uma aposta a seus convivas filisteus tendo vestimentas como prêmio. Para vencer, eles precisam decifrar o mencionado enigma até o fim dos sete dias de comemorações. Grossman salienta que não há como os desafiados resolverem essa charada, ela não tem uma natureza lógica e nem se baseia em experiências comuns; ela se refere sim a um evento singular e solitário, o qual revela a excepcionalidade de Sansão. Para os filisteus, o enigma é puramente absurdo – lembrei-me automaticamente de Kafka e de seus textos como Fábula Curta, Diante da Lei ou Das Alegorias. Grossman: “parece que não existem muitas coisas que podem enlouquecer tanto uma pessoa quanto o abuso contínuo de uma charada cuja solução é impossível”. O primeiro embate físico de Sansão com os filisteus surgirá dos desdobramentos desse episódio.

Sobre as imagens do post, a primeira, uma ilustração de Leighton, lembra-me da surpresa que eu tinha ao conhecer os episódios violentos da Bíblia. A xilogravura de Carolsfeld, terceira imagem, é igualmente forte, mostra uma expressão dura e inapelável na face de Sansão em meio ao caos que ele provoca (ver versão ampliada). Essas duas imagens fornecem um contraponto perfeito às duas de Chagall, parte de uma série temática sobre a Bíblia, composta por 105 gravuras coloridas à mão. Na primeira aqui colocada, Chagall inspirou-se adicionalmente no texto bíblico que diz que Sansão despedaçou o leão “como se fora um cabrito” (Juízes 14). Comparar as 4 imagens sugere que interpretações novas não tomam simplesmente o lugar das antigas; novas e tradicionais parecem, ao menos nesse caso, reforçar a dramaticidade umas das outras.

muvundanguenhe.no.comunidades.net

sábado, 26 de julho de 2008

sexta-feira, 18 de julho de 2008

DANIEL NA COVA DOS LEÕES Daniel 6:14-24



DANIEL NA COVA DOS LEÕES Daniel 6:14-24
O rei não queria que Daniel morresse na cova dos leões, mas ele não podia mudar a lei. Portanto Daniel foi lançado aos leões. Cedo na manhã seguinte, o rei correu para a cova dos leões e gritou, "Daniel, servo do Deus Vivo, será que o teu Deus, ao qual serves continuamente, foi capaz de te livrar dos leões?" E Daniel respondeu, “O meu Deus enviou o seu anjo, e ele fechou a boca dos leões.” O rei ficou muito contente. Daniel foi tirado para fora da cova do leões. Às ordens do rei, os inimigos de Daniel foram atirados aos leões e imediatamente os leões os devorara
http:muvundanguenhe.blogspot.com

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Profefeta Eliseu

Profeta Eliseu foi discípulo e sucessor do profeta Elias e viveu no século IX antes de Cristo. Sua profecia se fez ouvir em Israel, durante os reinados de Ocozias, Jorão, Jéu, Joás e Joacaz. Estava arando o seu campo quando o profeta Elias o chamou. Acompanhou Elias até o final de sua vida, recebendo dele seu espírito profético, simbolizado por um manto. Exerceu um papel importante na história de seu povo, tomando parte ativa nos acontecimentos de seu tempo. Foi sem dúvida um grande taumaturgo, uma personalidade forte, influente e de grande habilidade política. Dele diz o Eclesiástico: Tal foi Elias, que foi envolvido num turbilhão. Eliseu ficou repleto do seu espírito; durante sua vida nenhum chefe o pôde abalar, ninguém o pôde subjugar. Nada era muito difícil para ele: até morto profetizou. Em vida fez prodígios;
morto, ações maravilhosas (Eclesiástico 48,12ss.
Alexandre Victor M.
http://Muvundanguenhe.blogspot.com

O caminho de emaus


O caminho de emaus,Lucas 24.13-35
Naquele mesmo dia, dois dos discípulos estavam indo para um povoado chamado Emaús, que fica mais ou menos dez quilômetros de Jerusalém. Eles estavam conversando a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam, o próprio Jesus chegou perto e começou a caminhar com eles, mas estes não o reconheceram. Então perguntou:
  • Que é que vocês estão conversando pelo caminho?

    Eles param, com jeito triste, e um deles disse:

  • Você não sabe o que aconteceu em Jerusalém nesses últimos dias? Os chefes dos sacerdotes e os nossos líderes entregaram Jesus de Nazaré, um profeta poderoso em atos e palavras diante de Deus, para ser condenada a morte, e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem iria libertar o povo de Israel. E além de tudo isto, algumas mulheres do nosso grupo Siga o caminho de Emaús para Jerusalém e escreva embaixo as letras na ordem em que você as passa. Elas vão dizer o que os discípulos disseram.foram de madrugada ao túmulo, e não encontraram o corpo dele. Até voltaram dizendo que viram anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. Alguns do nosso grupo foram ao túmulo e viram que de fato aconteceu o que as mulheres disseram, mas não viram Jesus.

    Então Jesus lhes disse:

  • Por que vocês demoram a crer em tudo o que os profetas disseram? Pois era preciso que o Messias sofresse e assim recebesse de Deus toda a glória.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Salomão constrói o templo e o palácio (I Reis 6 e 7)

Salomão, que de bobo só tinha a cara, entendeu o recado: o templo estava muito bom e tal, mas precisava de mais opulência. O projeto minimalista original, de pedra e vigas de cedro, não seria suficiente para o vaidoso Javé. Então, de volta à prancheta: as paredes interiores da edificação seriam forradas de cedro para que as pedras não aparecessem, o assoalho seria de pinho. O lugar Santo dos Santos, salão separado onde ficaria a Arca do Acordo, e que seria efetivamente a casa de Javé, seria um cubo perfeito de arestas de nove metros separado do resto da construção por um biombo de cedro que ia do chão até o teto, enfeitado com entalhes em forma de cabaças e de flores. O lugar Santo, área comum do templo, teria dezoito metros de comprimento.
Salomão preparou o novo projeto e foi apresentá-lo a Javé.Agora sim, estamos conversando!
Com o projeto finalmente aprovado, Salomão tratou de colocá-lo em prática: as paredes de pedra foram forradas com tábuas de cedro revestidas de ouro, os entalhes foram feitos, os querubins construídos.
A construção foi iniciada no quarto ano do reinado de Salomão, e concluída no décimo primeiro. Com a casa de Deus pronta, o rei podia preocupar-se em construir a sua.
E se o templo podia ser tão ostensivo, então o palácio real também poderia. Salomão não se fez de rogado: só um recinto, o Salão da Floresta do Líbano (que tinha esse nome por ser todo revestido de cedro), já era maior que o templo: media quarenta e quatro metros de comprimento por vinte e dois de largura e treze e meio de altura. Esse salão tinha três fileiras de quinze colunas de cedro que sustentavam vigas de cedro, que por sua vez escoravam o teto de cedro.
O Salão das Colunas era um pouco menor: tinha vinte e dois metros de comprimento por treze e meio de largura, e recebeu esse nome por ter um pórtico sustentado por colunas. A Sala do Trono, onde Salomão trabalharia, era toda forrada de cedro. Num pátio atrás dessa sala ficava a casa de Salomão, no mesmo estilo das outras: um exagero de cedro. Do mesmo estilo também eram os aposentos da esposa do rei, filha do Faraó.
Enfim, o palácio era tão grande que algumas das pedras do alicerce chegavam a quatro metros de comprimento.
Alex.V.M
http:muvundanguenhe.blogspot.com

quarta-feira, 30 de abril de 2008

O Templo de Salomão


O Templo de Salomão

A importância do templo de Salomão é capital na história do esoterismo. O famoso monarca não foi somente um rei sábio e excelente governante de seu povo; foi, sobretudo, um grande mago, conhecedor de saberes ocultos e propiciador de surpreendentes e incríveis poderes sobrenaturais. A biografia de Salomão, as características e história de seu templo conformam um dos capítulos mais fascinantes do passado.A biografia do rei Salomão, filho do rei David e Betsabea, é para merecer, se fosse transferida ao cinema objetivamente, a qualificação de "ótimo". Por isso não é estranho que nos sermões, quando se faz menção do rei, somente reluzem dois episódios que até as crianças podem escutar: o de seu famoso juízo acerca das duas mulheres que reclamavam a mesma criança como filho, mostra de sua grande sabedoria, e a da construção do Tempo, que ele piedosamente mandou edificar e custeou. Acerca dos demais, um discreto véu de silêncio, porque estabelece que o sábio e piedoso rei, para assegurar-se no trono, matou a seu irmão Adonias e a Joab, que por não estarem de acordo acerca da legitimidade de Salomão, haviam levantado o povo, com o apoio de Abiatar, sumo sacerdote. Nem tímido nem negligente, o piedoso rei depôs ao sumo sacerdote e em seu lugar colocou a um amigo seu, Sadoc.

ALEXANDRE VICTOR M.

http://muvundanguenhe.blogspot.com

sábado, 19 de abril de 2008

Pedro negou Jesus


Em Mt 26, 69-70 diz: “Pedro estava sentado fora, no pátio. Aproximou-se dele uma criada, dizendo: ‘Também tu estavas com Jesus, o Galileu!’ Ele, porém, negou diante de todos, dizendo: ‘Não sei o que dizes”.

Pedro seguiu a Nosso Senhor de longe: “Pedro seguiu-o de longe...” (Mt 26, 58). Seguiu-O tão de longe que O negou aberta e desavergonhadamente.

Antes, Pedro dissera ao Senhor: “Ainda que todos se escandalizem por tua causa, eu jamais me escandalizarei” (Mt 26, 33), e: “Mesmo que tiver de morrer contigo, não te negarei” (Mt 26, 35).

Pedro negou Jesus Cristo pela primeira vez, não ao Sumo Sacerdote Caifás ou a um grupo de soldados fortemente armados, mas a uma simples criada: “Aproximou-se dele uma criada” (Mt 26, 69). Essa negação perece que foi depois da meia-noite: “As noites de Abril são frias em Jerusalém, e os servidores do pontífice tinham feito fogo no átrio, e aqueciam. Pedro também se aproximou para se aquecer. Uma mulher da criadagem, a própria porteira, segundo nos indica São João, aproximou-se de Pedro e o interrogou” (Pe. Francisco Fernández-Carvajal).

Esse Apóstolo já estava avisado da tentação a que ia estar sujeito: “Em verdade te digo que esta noite, antes que o galo cante, me negarás três vezes” (Mt 26, 34).

Pedro convivera com Nosso Senhor por três anos, agora diz que não O conhecia: “Ele, porém, negou diante de todos, dizendo: ‘Não sei o que dizes” (Mt 26, 70). Santo Agostinho escreve: “Oh! Quão detestáveis são as más companhias, que, obrigaram Pedro a negar a Jesus como homem, quando, já o tinha confessado como Deus”.

Católico, não confie nas suas próprias forças, mas peça a Deus para que lhe dê a perseverança final: “Tratando-se particularmente da graça da perseverança final, isto é, de morrer na amizade de Deus, o que é absolutamente necessário para a nossa salvação, do contrário, estaremos para sempre perdidos, esta graça Deus não a dá senão a quem pede” (Santo Agostinho, De dono perseverantiae, c. 16, nº. 39. ML. 45-1017), e: “Este é um dos motivos porque muitos não se salvam, pois são poucos os que cuidam de pedir a Deus a graça da perseverança final” (Santo Afonso Maria de Ligório, A Prática do Amor a Jesus Cristo, capítulo VIII).

Seja forte e convicto! Fuja daquelas amizades que tentam te afastar do bom caminho, que usam todo tipo de argumentos para colocar no seu coração dúvidas em relação a Cristo Jesus: “Amas a tua salvação? Foge dos maus companheiros” (São Gabriel da Virgem Dolorosa), e : “As más companhias corrompem os bons costumes” (1 Cor 15, 33).

Depois que negara o Amado Senhor, Pedro foi para fora, para o vestíbulo.

Em Mt 26,71-72 diz: “Saindo para o pórtico, uma outra viu-o e disse aos que ali estavam: ‘Ele estava com Jesus, o Nazareu’. De novo ele negou, jurando que não conhecia o homem”.

Em Lc 22, 59, falando sobre a segunda negação de Pedro diz: “Cerca de uma hora mais tarde...”, portanto, eram três, pouco mais ou menos, e o Imaculado Cordeiro já havia sofrido muito até esse horário.

É lamentável a atitude de Pedro: “De novo ele negou, jurando que não conhecia o homem” (Mt 26, 72).

Agora, Pedro não disse simplesmente que não conhecia o Salvador; mas afirma com juramento não conhecê-lO: “Pedro negou conhecer o seu Senhor, e com isso negou também o sentido profundo da sua existência: o de ser Apóstolo, testemunha da vida de Cristo, o de confessar que Jesus é o Filho do Deus vivo. A sua vida honrada, a sua vocação de Apóstolo, as esperanças que Jesus depositara nele, o seu passado, o seu futuro – tudo começa a ruir” (Pe. Francisco Fernández-Carvajal).

Católico, quando alguém te perguntar se és seguidor de Cristo, não titubeie e não se envergonhe, pelo contrário, afirme que és e que estás muito feliz em amar, servir e seguir ao Rei dos Reis: “Sou cristã e meu empenho é servir a Cristo, meu Deus” (Santa Cristina), e: “Sou cristão e cristão permanecerei. Honra maior não conheço que esta, de sacrificar não só meus bens e minha fortuna, como também minha vida, pela glória de Jesus Cristo” (São Flaviano, mártir), e também: “Sou cristão, e como cristão quero viver e morrer” (Santo Anastácio, mártir), e ainda: “Oitenta e seis anos são que completo no serviço de Jesus Cristo e ele nunca me fez mal algum; como poderia injuriá-lo?” (São Policarpo, mártir), e: “A servidão de Cristo é liberdade e está acima de todas as riquezas dos reis” (Santa Águeda, mártir), e também: “Sofrer pelo amado do meu coração é delícia” (Santa Dorotéia, mártir).

Milhares de católicos negam a Cristo todos os dias, justamente por não terem coragem de professarem a fé diante das pessoas que vivem nas trevas, e que trabalham insistentemente para que o erro predomine nas almas.

Seja forte e não se acovarde! Se negares a Cristo Jesus, onde buscarás apoio para venceres as dificuldades da vida? Onde encontrarás luz para iluminar o seu caminho? Onde buscarás a alegria para suavizar o seu coração nas horas de tristezas? Viva sempre unido ao Senhor e não terá o que temer: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4, 13).

Ame a Cristo Jesus e esteja preparado para enfrentar todos os obstáculos por amor a Ele. Jogue fora o respeito humano, ele escraviza milhões de cristãos: “Deixar de fazer o bem por temor de um – que dirão os homens? – é declarar-se covarde, é ser vencido antes de entrar em campo com o inimigo” (Pe. Alexandrino Monteiro, Raios de Luz, 56).

Em Mt 26,73-75 diz: “Pouco depois, os que lá estavam disseram a Pedro: ‘De fato, também tu és um deles; pois o teu dialeto te denuncia’. Então ele começou a praguejar e a jurar dizendo: ‘Não conheço o homem!’ E imediatamente o galo cantou. E Pedro se lembrou da palavra que Jesus dissera: ‘Antes que o galo cante, três vezes me negarás’. Saindo dali, ele chorou amargamente”.

A terceira negação deve ter sido por volta das quatro horas da madrugada: “...todos os evangelistas dizem que, ao negá-lo pela terceira vez, o galo cantou e São Marcos diz que era a segunda vez que cantava, e o segundo canto do galo costuma ser pouco antes de amanhecer, quer dizer, por volta das quatro da madrugada” (Pe. Luis de La Palma).

Na terceira negação, Pedro começou até a praguejar: “Então ele começou a praguejar e a jurar...” (Jo 26, 74). Aquele que dissera seguir o Senhor até a morte, agora diz não conhecê-lO, e dito isso com muita fúria, porque chegou a praguejar e a jurar.

Já era de madrugada: “Levaram Jesus por uma daquelas galerias que davam para o pátio. E voltou-se e olhou para Pedro (Lc), que estava em baixo (Mc). Este quase não reconheceu o seu Mestre pelas pancadas e maus tratos que tinha recebido, mas conhecia bem o seu olhar. Jamais poderia esquecê-lo. Os seus olhos cruzaram-se por um instante e Pedro ficou intimidado. Então compreendeu a gravidade do seu pecado. Havia mais gente no pátio, mas Jesus só viu a ele. Pedro ficou atraído como por um imã, como noutras ocasiões, por aquele olhar de infinita misericórdia... Jesus desapareceu depressa, empurrado pelos que o guardavam, mas esses instantes foram definitivos na vida do discípulo. Então recordou as palavras do seu Mestre: “Antes que o galo cante, três vezes me negarás’. Saindo dali, ele chorou amargamente” (Pe. Francisco Fernández-Carvajal).

Católico, lute com todas as forças para ser sempre fiel a Nosso Senhor. Esforce-se para evitar o pecado mortal, maior desgraça que existe nesse mundo. Aquele que peca nega a Cristo; diz conhecer o mundo, o demônio e a carne, mas não ao Divino Amigo.

Se tiveres a infelicidade de cair no pecado mortal, isto é, de negar ao Senhor da Vida, não se desespere nem fique desanimado; o Senhor está sempre pronto para perdoar um coração contrito e humilhado, um coração que confia no seu Infinito Amor: “Pedro levou uma hora para cair, mas levanta-se num minuto e sobe mais alto do que estava antes da sua queda” (G. Chevrot, Simão Pedro).

Em Lc 22, 61-62 diz: “E o Senhor, voltando-se, fixou o olhar em Pedro... E saindo para fora, chorou amargamente”.

Cristo Jesus não quer que ninguém se perca, Ele nos olha atentamente, nos convidando ao arrependimento perfeito.

Católico, Cristo Jesus possui um olhar cheio de Amor e Bondade, não fiquemos com a cabeça baixa olhando para as nossas misérias e limitações, mas, levantemos a cabeça e olhemos nos olhos do Doce Amigo, e nos animaremos a mudar de vida: “Os seus olhares cruzaram-se. Pedro quereria baixar a cabeça, mas não pôde afastar os seus olhos d’Aquele que acabava de negar. Conhece muito bem os olhares do Salvador: aquele olhar que decidira da sua vocação e a cuja autoridade e encanto não pudera resistir anos atrás; aquele olhar delicado do dia em que Jesus afirmara, ao contemplar os seus discípulos: Eis os meus irmãos, as minhas irmãs e a minha mãe; e o olhar que o fizera estremecer quando ele, Simão, pretendera suprimir a cruz do caminho de Cristo; e o olhar afetuosamente compassivo com que recebera o jovem demasiado rico para segui-lO; e o olhar velado pelas lágrimas diante do sepulcro de Lázaro... Não há dúvida de que Pedro conhecia os olhares do Salvador! No entanto, nunca tinha visto no rosto do Senhor essa expressão que agora descobria n’Ele, esses olhos impregnados de tristeza, mas sem severidade. Olhar de censura, sem dúvida, mas que, ao mesmo tempo, suplicava e parecia repetir: Simão, eu orei por ti! Esse olhar só se deteve nele por um instante fugidio, porque Jesus não demorou a ser violentamente arrastado pelos soldados, mas Pedro nunca o esqueceria” (G. Chevrot, Simão Pedro).

Depois que o Imaculado Cordeiro fixou os olhos em Pedro, olhar de misericórdia e bondade, o Apóstolo chorou amargamente, isto é, se arrependeu do que havia feito.

Católico, seja sábio e prudente, aproveite do amor de Cristo Jesus para chorar os seus inúmeros pecados e prometa-Lhe não caíres mais.

Hoje, infelizmente, existem milhares de católicos que abusam da misericórdia do Senhor. Os mesmos dizem que Deus é misericordioso e que perdoa tudo, então vivem a pecar continuamente; o fim desses será a desgraça eterna: “Ai daqueles que para pecar confia na esperança” (Santo Agostinho), e: “Lúcifer foi castigado por Deus com tão assombrosa presteza, porque, ao rebelar-se, esperava não ser punido” (São Bernardo de Claraval), e também: “Quem ofende a Deus, fiado na esperança de ser perdoado, é um escarnecedor e não um penitente” (Santo Agostinho).

Seja um católico apaixonado por Nosso Senhor, Ele é o Deus compassivo e merece todo o respeito e amor.

Pedro chorou amargamente: “...porque as lágrimas nasciam da doçura do amor do seu Mestre” (Pe. Luis de La Palma). Chore também os seus pecados, lembrando-se de que Nosso Senhor está pronto para lhe perdoar: “...se Deus não fosse Deus, pareceria injusto pela sua paciência para com o pecador” (Santo Agostinho).

O Apóstolo chorou amargamente: “...porque se recordava de todos os benefícios que tinha recebido do Senhor, como o tinha distinguido dos outros companheiros” (Pe. Luis de La Palma). Chore você, por ter sido tantas vezes ingrato com o Senhor que cuida de ti.

Católico, seja amigo fiel de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não se afaste desse Bondoso Amigo e se esforce para crescer sempre na Sua amizade.

Se por desgraça afastares desse Senhor cometendo o pecado, não abaixe a cabeça em sinal de desânimo, mas olhe para Ele com o coração contrito, e o Bondoso Senhor te perdoará.

Alex.V.M.

http://muvundanguenhe.blogspot.com

sábado, 12 de abril de 2008

CRUCIFICACAO


A Crucificação

Os soldados romanos zombaram de Jesus por considerar-se rei dos Judeus. Vestiram-no com um manto vermelho, puseram-lhe na cabeça uma coroa de espinhos e, na mão, uma vara de bambu. A seguir, espancaram-no e cuspiram nele. Forçaram-no a carregar a própria cruz, como um criminoso. Ao vê-lo perder as forças, ordenaram a um homem, de nome Simão Cireneu, que tomasse da cruz e a carregasse durante parte do caminho.

O Cristo crucificado, por Diego Velázquez, Museu do Prado, séc. XVII.
O Cristo crucificado, por Diego Velázquez, Museu do Prado, séc. XVII.

Os romanos pregaram Jesus na cruz fora da cidade, num monte chamado Gólgota ou Calvário. João conta que escreveram, no alto da cruz, a frase latina Iesus Nazarenus Rex Iudeorum, que significa Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus. Essa inscrição foi também feita em grego e em hebraico. Puseram a cruz de Jesus entre as de dois ladrões. Antes de morrer, Jesus disse: "Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem" [12]. Durante, ele clamou: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" (Mateus 27:46) Estudiosos fazem referência a essa citação ao cumprimento do que está profetizado no Salmo 22, visto que essa frase tratava-se do primeiro verso deste capítulo, e era um costume judaico salmodiar segundo as circunstâncias, o que possivelmente Jesus teria feito. Depois de três horas, Jesus morreu. José de Arimatéia e Nicodemos depuseram o seu corpo num túmulo recém-aberto, e o fecharam com uma pedra.

Alex.Victor M.

12/04/08

JESUS RESSUSCITOU


Jesus Ressuscitou! (mp3)

"Ele não está aqui, mas ressuscitou" (Lucas 24:6). Jesus ressuscitou! Ressuscitou! Essa palavra ressoa poderosamente atravessando os séculos. Ela pode ter sido a palavra mais poderosa que jamais foi pronunciada. Entre todas as grandes proclamações da História, nenhuma se compara, em grandeza de significação a esta simples afirmação. Esta declaração levou o espanto e a alegria aos seguidores de Jesus. Ela se tor-nou o assunto cen-tral da pregação apostólica. De fato, cada ponto da Bíblia gira em volta desta ressurreição vitoriosa de Jesus Cristo, deixando a sepultura e o poder do diabo que essa sepultura representava. Jesus ressuscitou!

Por causa da ressurreição de Jesus, podemos ter fé, esperança e salvação do pecado. Porque Jesus conquistou a morte, podemos aguar-dar uma vitória eterna sobre a prisão da cova (cf. 1 Coríntios 15). Com este milagre Deus oferece a maior prova da Sua existência, de Seu poder, de Sua pureza e de Seu amor. Tudo o que é bom em Deus é resumido na força desta declaração: Jesus ressus-citou! Todas as nossas esperanças na eternidade estão contidas nesta simples expressão de triunfo.

Agradeçamos a Deus pelo fato maravilhoso que é a ressurreição de Jesus. Tomemos a resolução de viver cada dia como se-guidores vitoriosos de nosso triunfante Senhor, de maneira que possamos elevar-nos para estar com Ele na Eternidade.

Que estas palavras soem claramente em nossos ouvidos: Jesus ressuscitou!
A ressureição de Cristo, por Raffaello Sanzio, 1500.
A ressureição de Cristo, por Raffaello Sanzio, 1500.
  • Yeshua, nome original, é diminutivo de Yehoshua, "Josué".
  • Raiz de David
  • Leão da Tribo de Judá (Yehudah)
  • Príncipe da Paz
  • Pedra Angular
  • Cordeiro de Deus
  • Pão da Vida
  • Fiel e Verdadeiro
  • Filho do Homem
  • Estrela da manhã
  • Rosa de Sarom
  • Alfa e o Ômega (Aleph e o Tav / no original), "Princípio e Fim" (considera-se que se aplica ao Messias, embora possa ser aplicado a Deus)
  • Rei dos Reis
  • Senhor dos Senhores
  • O Messias (Ha-Mashiach)
  • Filho de Deus (diversas interpretações)
  • O amado de todas as nações
  • A segunda pessoa da Santíssima Trindade (segundo a Igreja Católica e na grande maioria das religiões cristãs)
  • Emanuel (Deus conosco)
  • Luz do Mundo
  • Alex.V.M.


No tags were found that match the criteria given.

Assine o RSS

rss feed


Padre Bantu

JESUS CURA A SOGRA DE SIMÃO Mc 1,29-39

Postado por: Padre Bantu Mendonça K. Sayla

Janeiro 16th, 2008

Jesus andou por toda a Galiléia ensinando nas sinagogas, anunciando a Boa Nova do Reino e curando as enfermidades e doenças graves do povo. As notícias a respeito d’Ele se espalharam por toda a região da Síria. Por isso, o povo levava a Jesus pessoas que sofriam de várias doenças e de todos os tipos de males, isto é, epiléticos, paralíticos e pessoas dominadas por demônios; e Ele curava todos. Grandes multidões O seguiam; eram gente da Galiléia, das dez cidades, de Jerusalém, da Judéia e das regiões que ficam no lado leste do Rio Jordão.

No Evangelho de hoje, vemos Jesus com a concisa precisão que se dirige para uma casa. “Logo que saíram da sinagoga, foram para a casa de Simão”, o evangelista Marcos indica que Jesus descarta a sinagoga e afirma seu ministério no espaço da “casa”. É a casa o lugar onde se reúne a nova comunidade e que se torna o centro de irradiação da missão. Na “casa”, a mulher, libertada de sua exclusão, exerce a prática essencial das novas comunidades, que é

A CURA DE UMA MULHER DOENTE

A CURA DE UMA MULHER DOENTE E A RESSURREIÇÃO DA FILHA DE JAIRO
<> Falava ele ainda, quando se apresentou um chefe da sinagoga. Prostrou-se diante dele e lhe disse: Senhor, minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe-lhe as mãos e ela viverá. Jesus levantou-se e o foi seguindo com os seus discípulos.
Ora, uma mulher atormentada por um fluxo de sangue, havia doze anos,
aproximou-se dele por trás e tocou-lhe a orla do manto. Dizia consigo:
Seu somente tocar na sua vestimenta, serei curada. Jesus virou-se, viu-a
e disse: “Tem confiança, minha filha, tua fé te salvou”. E a mulher ficou
curada instantaneamente.
Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus os tocadores de flauta e
uma multidão alvoroçada. Disse-lhes: “Retirai-vos, porque a menina não
está morta: ela dorme”. Eles, porém, zombavam dele. Tendo saído a multidão, ele entrou, tomou a menina pela mão e ela levantou-se. Esta notícia espalhou-se por toda a região. (Mt 9,18-26 ; Mc 5,21-43 ; Lc 8,40-56)

CURA DE DOIS CEGOS
<> Enquanto Jesus se retirava, dois cegos o seguiam gritando: Tem piedade de nós, filho de David! Quando ele entrou na casa, os cegos adiantaram-se ao encontro dele, e Jesus lhes disse: “Credes que eu posso fazer isto”? – Sim, Senhor, disseram. Então, ele tocou-lhes os olhos, dizendo: “Suceda-vos conforme a vossa fé”. E os olhos se abriram. Então Jesus lhes disse severamente: “Cuidado! Que ninguém o saiba”! Eles, porém, mal saindo, falaram dele em toda a redondeza. (Mt 9,27-31)

CURA DE UM POSSESSO MUDO
<> Ao saírem, eis que lhe trouxeram um possesso mudo. Expulso o demônio, o mudo pôs-se a falar. E as multidões maravilharam-se e disseram: Nunca se viu algo assim em Israel! Mas os fariseus diziam: É pelo chefe dos demôniosque ele expulsou os demônios. (Mt 9,32-34)

HOMEM DA MÃO PARALISADA
<> Aí (na sinagoga) se encontrava um homem que tinha uma mão paralisada. Fizeram-lhe a seguinte pergunta: Será permitido fazer uma cura em dia de sábado?, com o intento de acusá-lo. Mas ele lhes disse: “Quem dentre vós, se só tem uma ovelha e esta cai num buraco num dia de sábado, não vai apanhá-la e tirá-la dali? Ora, o homem vale mais do que uma ovelha! Logo é permitido praticar o bem no dia de sábado”. Então ele disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e ela ficou em perfeitas condições, tão sadia quanto a outra. Depois de saírem, os fariseus deliberaram contra ele, acerca dos meios de fazê-lo perecer. (Mt 12,10-14 ; Mc 3,1-5 ; Lc 6,6-10)

O POSSESSO CEGO E MUDO
<> Então trouxeram-lhe um possesso cego e mudo; ele o curou, de tal sorte
que o mudo falava e enxergava. (Mt 12,22)

CURAS EM GENESARÉ
<> Depois da travessia, eles aportaram em Genesaré. O povo desta localidade o reconheceu, mandaram aviso a toda a região e trouxeram-lhe todos os doentes. Suplicavam-lhe que os deixasse apenas tocar na franja de sua veste; e todos os que nela tocaram ficaram curados. (Mt 14,34-36 ; Mc 6,53-56)
he este pedido: Despede-a, porque ela nos persegue com seus gritos. Jesus respondeu: “Fui enviado apenas às ovelhas perdidas da casa de Israel”. Mas a mulher veio prostrar-se diante dele: Senhor, disse ela, vem em meu socorro! Ele respondeu: Não fica bem tirar o pão dos filhos para atirá-lo aos cachorrinhos”. É verdade, Senhor! disse ela; mas os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então Jesus lhe respondeu: “Mulher, grande é a tua fé! Suceda-te conforme queres”! E a sua filha ficou curada desde aquela hora. (Mt 15,21-28 ; Mc 7,24-30)

Alexandre Victor M.


MILAGRES
click para voltar para a página inicial
Voltar A PALAVRA

CURA DE DOIS CEGOS
CURA DE UM POSSESSO MUDO
O POSSESSO CEGO E MUDO
O HOMEM DA MÃO PARALISADA
CURAS EM GENESARÉ
Voltar MILAGRES
1

sexta-feira, 11 de abril de 2008

ARVORE SECA OU RAMO FRUTIFERO


Árvore seca ou ramo frutífero?

Amado, a escolha é sua. Você pode escolher ser uma árvore que só dá fruto quando quer ou ser um ramo de uma árvore que dá o fruto sempre que alguém tenha fome. Em Marcos capítulo 11 vemos Jesus tendo fome e procurando figo numa figueira, cuja estação não era propícia à frutificação. Naturalmente a figueira não tinha fruto. No entanto, vemos que Jesus amaldiçoou a figueira e ela secou. Por que Jesus foi tão severo? Porque, por meio da figueira, Ele estava dando uma lição aos discípulos e a nós também.

Espiritualmente falando, Jesus tem fome. E somente nós podemos produzir o fruto desejado por Ele, isto é, arrependimento de pecado. Se quando pecamos estamos alimentando Satanás, quando nos arrependemos estamos satisfazendo ao Senhor. E Jesus não espera tempo propício para isso. Ele deseja já, tão logo o Espírito Santo nos visite trazendo o convencimento do pecado, da justiça e do juízo.

Irmãos, Deus age com simplicidade para que entendamos que Ele nos ama, mesmo no pecado. O Senhor abomina o pecado, mas ama ao pecador. Jesus disse que Ele é a videira verdadeira e nós os ramos. Se permanecermos nEle daremos fruto e o Pai, que é o agricultor, virá e nos limpará, para que produzamos mais frutos ainda. Esse fruto que o Senhor quer de nós é o fruto de arrependimento. E só poderemos produzi-lo se não nos afastarmos da sua presença, se permanecermos nele. Ele está sempre perto do aflito e contrito de coração.

E assim se cumpre o que o Senhor diz: Anda na minha presença e sê perfeito (Gn 17:1). Isso é o processo de santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Se você pecou contra alguém, vá logo peça perdão e receba sua paz e retorne ao processo de santificação.

Ser santo significa ser separado do mundo, vivendo para Deus. E aí então estaremos aptos a produzir outro tipo de fruto, este sim, fruto não de homem, mas de Deus, o fruto do Espírito Santo que habita em nós. Nosso destino é produzir fruto de amor nos relacionamentos.

Graças a Deus por Jesus Cristo!

Irmão, se você está em pecado, se está aflito, tenha bom ânimo! Perto está o Senhor! Não se deixe enganar por Satanás, pensando que não há solução para você, ou que Deus não o ama ou ainda, que é melhor “dar um tempo” em suas orações diárias, em seu ministério, etc.. Isso é engano de Satanás. Vá para junto dos seus irmãos, discípulos de Jesus, assim como você. Faça de tudo para viver livre do peso da culpa. Peça perdão logo, reconheça que errou e conserte a situação. Fique livre, amado, para viver a plenitude do cristianismo, para viver a alegria de pertencer ao Reino de Deus.

Edifique sua casa na Rocha e tribulação nenhuma te derrubará. É pela prática da Palavra de Deus que temos nossos alicerces aprofundados na Rocha e assim somos sustentados em pé. Quanto mais nos achegamos a Jesus, mais seguros estaremos.

Jesus hoje te chama: Venha ao meu encontro, assim como você está, porque eu tenho o perdão para você. Eu tenho a paz que você perdeu. Eu tenho a cura para a sua alma e em mim, você será livre e bem-aventurado!

Amado, se há algo em seu coração que o aflige, conserte logo e viva livre, viva na presença de Deus.

Que a graça e a paz do Senhor Jesus estejam com todos.

Alex.Victor M

11/04/08

sábado, 5 de abril de 2008

deusamavoce

Deusamavoce

1. PRIMEIRA LEI

DEUS TE AMA, E TEM UM PLANO MARAVILHOSO PARA A SUA VIDA.

O AMOR DE DEUS
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigénito, para que todo o que nele cré não pereça, mas tenha a vida eterna"
(João 3:16).

O PLANO DE DEUS
Cristo afirma: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (uma vida plena e com propósito) (João 10:10).

Por que é que a maioria das pessoas não conhecem essa "vida em abundância"?


2. SEGUNDA LEI

O HOMEM É PECADOR E ESTÁ SEPARADO DE DEUS; POR ISSO NÃO PODE CONHECER NEM EXPERIMENTAR O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A SUA VIDA.

O HOMEM É PECADOR
"Pois todos pecaram e separados estão da glória de Deus" (Romanos 3:23). O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa da sua desobediência e rebelião, escolheu seguir o seu próprio caminho, e o relacionamento com Deus desfez-se. O pecado é um estado de indiferença do homem para com Deus.

O HOMEM ESTÁ SEPARADO
"Porque o salário do pecado é a morte" (separação espiritual de Deus) (Romanos 6:23).

[LAW 2 DIAGRAM]


Deus é santo e o homem é pecador. Um grande abismo separa-os. Mas o homem sente que lhe falta algo, tem um vazio e está continuamente a procurar alcançar Deus e a vida abundante, através dos seus próprios esforços: vida recta, boa moral, filosofia, etc.

A Terceira Lei oferece-nos a única resposta para o problema da separação...


3. TERCEIRA LEI

JESUS CRISTO É A ÚNICA SALVAÇÃO DE DEUS PARA O PECADO DO HOMEM. POR MEIO DELE VOCÊ PODE CONHECER O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A SUA VIDA.


ELE MORREU EM NOSSO LUGAR
"Mas Deus prova o seu próprio amor para connosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8).

ELE RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS
"Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras."

(I Coríntios 15:3,4).


ELE É O ÚNICO CAMINHO
Respondeu-lhe Jesus: "Eu sou o caminho e a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).

[LAW 3 DIAGRAM]


Deus ligou o abismo que nos separa dele, ao enviar o seu Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz em nosso lugar.

Não é suficiente conhecer estas três leis...


4. QUARTA LEI

PRECISAMOS RECEBER JESUS CRISTO COMO SALVADOR E SENHOR, POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL. SÓ ENTÃO PODEREMOS CONHECER E EXPERIMENTAR O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A NOSSA VIDA.


PRECISAMOS RECEBER CRISTO
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber; aos que crêem no seu nome" (João 1:12)

RECEBEMOS CRISTO PELA FÉ
"Porque pela graça sois salvos; mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não das obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9).

RECEBEMOS CRISTO POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL
Cristo afirma: "Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa" (Apocalipse 3:20)

Receber Cristo implica num desejo de mudança de vida, uma nova atitude para com Deus, é deixar de confiar em nossos próprios esforços, creando que Cristo, ao entrar em nossos vidas faz de nos aquilo que Ele quer que sejamos.

Estes dois círculos representam dois tipos de vida:

Qual dos dois círculos representa a sua vida?
Qual deles desejaria que representasse sua vida?

Eu gostaria de explicar-lhe como pode receber Cristo.


VOCÊ PODE RECEBER A CRISTO AGORA MESMO EM ORAÇÃO
(Orar é falar com Deus)

Deus conhece o seu coração e está mais interessado na atitude do seu coração do que nas suas palavras. A oração seguinte serve como exemplo:

"Senhor Jesus, eu preciso de ti. Abro a porta da minha vida e recebo-te como meu Salvador e Senhor. Toma conta da minha vida. Agradeço-te porque perdoas os meus pecados e aceitas-me como sou. Desejo estar dentro do teu propósito para minha vida".

Esta oração expressa o desejo do seu coração?
Se assim for, faça-a agora mesmo e Cristo entrará em sua vida, como prometeu.

Você fez esta oração agora?



quarta-feira, 2 de abril de 2008

Jesus e o caminho a verdade e a vida

E quando Jesus diz que a porta que leva ao céu é estreita. O que ele quis dizer com isso? É claro que Ele usou mais uma vez de metáfora para uma questão bem complexa. O sentido de “porta estreita” pode ser interpretado através dos ensinamentos da ioga. Os indianos identificaram três passagens formadas de nervos que percorrem toda a espinha, chamados: ida, pingala e sushumna. Destas, a sushumna é uma passagem central que não apresenta utilidade alguma, segundo a medicina tradicional. No entanto, para a ioga, existem sete centros de consciência espiritual localizados em toda a extensão da espinha do corpo humano, hoje conhecidos com os sete principais chakras tão utilizados pelos tratamentos alternativos, entre eles o Reiki. Na base da espinha, encontra-se uma grande reserva de energia espiritual latente. Quando despertada por práticas espirituais e pela devoção a Deus, esta energia espiritual se eleva pelo canal estreito da sushumna. Alcançando os chakras mais elevados, gera vários graus de iluminação. Ao atingir o chakra do coração, podemos enxergar a luz divina e experimentar o êxtase, vivenciar o amor incondicional. Ao atingir o chakra Laríngeo (da garganta), sentimos vontade de pensar e falar somente de Deus. Ao alcançar o chakra frontal (testa), podemos ver Deus. E por fim, quando a energia espiritual chega ao sétimo chakra, o coronário, surge em nós a percepção da unidade nossa com Deus, a união divina perfeita. Assim a sushumna seria a porta estreita que nos leva à vida eterna, ao conhecimento do próprio Deus, e, por isso, a evolução espiritual não está fora de nós, mas em nosso íntimo.

esus é tido pelos cristãos como a encarnação divina, acontecido somente uma vez na Terra, segundo eles. Esse pensamento cristão advém, em grande parte, porque Jesus, quando esteve entre nós, disse: “Sou o caminho, a verdade e a vida: ninguém chega ao pai, a não ser por mim”. Entretanto, ao se estudar outros grandes mestres espirituais, podemos ver que eles falaram algo similar a Jesus. Sri Krishna assim se manifestou certa feita: “Sou a meta do homem sábio e sou o caminho, sou o fim da estrada, a testemunha, o Senhor, o Sustentáculo. Sou o lugar de residência, o começo, o amigo e o refúgio”. De modo semelhante, Buda nos revelou o caminho, ao dizer: “Sois o meu filho, sou vosso pai; através de mim vós vos libertastes de vossos sofrimentos”.

JESUS É O CAMINHO A VERDADE E A VIDA Sabias que a cada minuto mais de 60 pessoas no mundo morrem sem Jesus? Sabias que a cada minuto mais de 60 pessoa


JESUS E O CAMINHO A VERDADE E A VIDA
Sempre estou presente em sua VIDA através de mensagens que trocamos, até já podemos dizer que somos amigos e parceiros. Assim nos considerando, venho pedir-lhe um pouco mais do que, apenas, uma troca. Venho pedir-lhe a divulgação de um trabalho maravilhoso que teve início em 14 de novembro de 1814, dia do nascimento do Bv. Edmundo Bojanowski, Fundador da Congregação das Irmãs Servas da Imaculada Conceição da Virgem Maria - CONSERVIR. Faço essa afirmação porque quando Edmundo nasceu, Deus já o havia escolhido e predestinado como FUNDADOR e PRIMEIRO SERVIDOR de uma Obra que se dedicaria, através dos séculos, a trabalhar em pról dos mais necessitados.

Alexandre Victor M.
02/04/08
http://muvundanguenhe.blogspot.com

JESUS É O CAMINHO A VERDADE E A VIDA Sabias que a cada minuto mais de 60 pessoas no mundo morrem sem Jesus? Sabias que a cada minuto mais de 60 pessoas no mundo morrem sem Jesus?


JESUS E O CAMINHO A VERDADE E A VIDA.

Sagrado Coração de Jesus

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é uma das expressões mais difundidas da piedade eclesial, tal como refere recentemente o “Directório sobre a Piedade Popular e a Liturgia” da Congregação para o Culto Divino. Os Pontífices romanos têm salientado constantemente o sólido fundamento na Sagrada Escritura desta maravilhosa devoção.

Como conseqüência das aparições de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria Alacoque no mosteiro de Paray-le-Monial a partir de 1673, este culto teve um incremento notável e adquiriu a sua feição hoje conhecida. Nenhuma outra comunicação divina, fora as da Sagrada Escritura, receberam tantas aprovações e estímulos da parte do Magistério da Igreja como esta.

Alex.Victor

quinta-feira, 27 de março de 2008

Agloria de Cristo


A GLORIA DE JESUS CRISTO Jo 1,1-18

Postado por: Padre Bantu Mendonça K. Sayla

Dezembro 31st, 2007

Uma mulher deu à luz o Filho de Deus concebido em seu ventre. É a Palavra de Deus que se fez carne e veio morar entre nós. O Senhor se fez humano para tornar divinos os humanos. Jesus, Filho de Maria, Filho de Deus, carne da nossa carne, é a luz do mundo que a todos ilumina.

Vivemos este tempo de alegria por termos Jesus entre nós, tudo renovando. Findo o ano, esperamos construir um ano novo. Os povos, solidários, clamam contra os idólatras do dinheiro e criminosos de guerra. Está em gestação o mundo novo possível, sem exclusões, na fraternidade universal, na partilha, na compaixão e na paz.

O seu eterno desejo para a salvação do Seu povo é expresso por João: “Para que vejam a minha glória” (Jo 17.24). José pediu a seus irmãos que contassem a seu pai sobre toda a sua glória no Egito (Gn 45.13), não para dar uma amostra ostensiva dela, mas para dar a seu pai a alegria de saber a sua alta posição naquela terra. Da mesma forma, Cristo desejava que seus discípulos vissem a sua glória, para que pudesse estar satisfeito e usufruir a plenitude de suas bênçãos para todo sempre.

Uma vez tendo conhecido o amor de Cristo, o coração do crente estará sempre insatisfeito até a glória de Cristo ser vista. O auge das petições que Cristo faz a favor dos Seus discípulos é que possam contemplar a sua glória.

Desde que o nome do cristão é conhecido no mundo, não tem havido tanta oposição direta à singularidade e glória de Cristo como nos dias atuais. É dever de todos aqueles que amam o Senhor Jesus testemunhar, conforme suas habilidades, a singularidade de sua glória.

Eu gostaria, portanto, de fortalecer a fé dos verdadeiros cristãos ao mostrar que ver a glória de Cristo é uma das maiores experiências e privilégios possíveis neste mundo ou no outro. “Mas todos nós, com a cara descoberta, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co 3.18) Na eternidade seremos como Ele, porque O veremos tal como Ele é (1Jo 3.2).

Este conhecimento de Cristo é a via contínua e a recompensa de nossas almas. Aquele que tem visto a Cristo também tem visto o Pai; a luz do conhecimento da glória de Deus é vista apenas na face de Jesus Cristo (Jo 14.9; 2Co 4-6).

Há duas maneiras de ver a glória de Cristo: mediante a fé, neste mundo, e, por meio da fé, no céu eternamente. É a segunda maneira que se refere principalmente a oração sacerdotal de Cristo - que seus discípulos possam estar onde Ele está, para contemplar sua glória.

Nenhum homem jamais verá a glória de Cristo no futuro se ele não tiver alguma visão dela, pela fé, no presente. Devemos estar preparados pela graça para a glória, e pela fé para a visão. Algumas pessoas, que não tem fé verdadeira, imaginam que verão a glória de Cristo no céu; porém estão apenas se iludindo. Os apóstolos viram a glória d’Ele:”Vimos a sua glória como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14). Essa não era uma glória deste mundo como a dos reis… Apesar de ter criado todas as coisas, Cristo não tinha onde reclinar a cabeça. Não havia glória ou beleza incomum em sua aparência como homem. A sua face e suas formas se tornaram mais desfiguradas do que as de qualquer homem (Is 52.14; 53.2). Não era possível ser vista neste mundo a glória total da Sua natureza divina. Como então os apóstolos viram a sua glória? Foi pela compreensão espiritual da fé.

Quando eles viram como Ele era cheio de graça e de verdade e o que Ele fazia e como falava, eles “o receberam e creram no seu nome” (Jo 1.12). Aqueles que não tinham essa fé não viram a glória em Cristo, pois ela está muito além do alcance de nossa presente compreensão humana. Não podemos olhar diretamente para o sol sem ficarmos cegos. Semelhantemente, com nossos olhos naturais não podemos ter nenhuma visão verdadeira da glória de Cristo no céu; ela apenas pode ser conhecida pela fé.

Aqueles que falam ou escrevem sobre a imortalidade da alma, sem ter conhecimento de uma vida de fé, não podem ter convicção daquilo que dizem… O entendimento que vê apenas através da fé é que nos dará uma idéia verdadeira da glória de Cristo e criará um desejo para um completo desfrute dela.

Entretanto, se quisermos ter uma fé mais ativa e um maior amor para com Cristo, que dêem descanso e satisfação às nossas almas, precisamos ter um maior desejo de compreender melhor a Sua glória nesta vida. Isto significará que cada vez mais as coisas deste mundo terão menor atração para nós até que se tornem indesejáveis como algo morto. Não deveríamos procurar por nada nesta vida. Se estivéssemos totalmente convencidos disso estaríamos pensando mais nas coisas celestiais do que normalmente estamos.

Seremos moldados por Deus para o céu. Muitos pensam que já estão suficientemente preparados para a glória, como se eles a pudessem alcançar. Mas não sabem o que isso significa. Não há o menor prazer na música para o surdo, nem nas belas cores para o cego. Da mesma forma, o céu não seria um lugar de prazer para as pessoas que não tivessem sido preparadas para ele nesta vida pelo Espírito. “O apóstolo dá “…graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz…” (Cl 1.12). A vontade de Deus é que devemos conhecer as primícias da glória aqui e a sua plenitude no futuro. Porém, somos feitos capazes de receber o conhecimento dessa glória pela atividade espiritual da fé. O nosso conhecimento atual da glória é nossa preparação para a glória futura.

Uma visão verdadeira da glória de Cristo tem o poder de mudar-nos até que nos tornemos semelhantes a Cristo (2Co 3.18).

Uma meditação constante sobre a glória de Cristo dará descanso e satisfação ás nossas almas. Trará paz às nossas almas que tantas vezes estão cheias de medos e pensamentos perturbadores. “Porque a inclinação da carne é a morte; mas a inclinação do espírito é vida e paz” (Rm 8.6). As coisas desta vida nada são quando comparadas com o grande valor da beleza de Cristo, como Paulo disse: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas as coisas, e as considero como esterco para que possa ganhar a Cristo” (Fl 3.8).

O conhecimento da glória de Cristo é a fonte de nossa bem-aventurança eterna. Vendo-O como Ele é, seremos feitos em semelhança a Ele. (1Ts 4.17 - Jo 17.24; 1Jo 3.2).

Ao encerrarmos o ano civil louvemos e agradeçamos à Deus por tudo o que nos concedeu ao longo de 2007 e peçamos-lhe que nos faça contemplar à Sua glória já aqui na terra para que nos céus nos configuremos à ela.